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Após salários em dia, Ponte da Integração será a primeira obra a ser retomada, diz Pezão

POSTADO EM 08/11/2017 16:31:00 POR: VNOTÍCIA
Declaração de Pezão (ao centro) foi dada durante visita ao Porto do Açu
Declaração de Pezão (ao centro) foi dada durante visita ao Porto do Açu

  

 

Fonte: VNOTÍCIA

 

Durante visita ao Porto do Açu, para assinatura em conjunto com o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, de uma carta ao presidente Michel Temer solicitando apoio do Governo Federal para construção de uma ferrovia que irá ligar o Rio de Janeiro ao Espírito Santo, o governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão falou de outros assuntos com jornalistas.

 

Fora a temática da visita, a segunda pergunta a ser respondida por Pezão foi com relação às obras da Ponte da Integração, paralisadas desde abril de 2016.

 

“Com a operação de crédito, assim que nós colocarmos os salários em dia, essa será a primeira obra que quero retomar. Vou me reunir com o secretário de obras e com o responsável pela obra. Eu quero ver se retomo ainda esse ano a obra da ponte”, prevê Pezão.

 

A operação de crédito a que o governador se refere foi um empréstimo feito através de concorrência. O Governo aguarda a liberação dos R$ 2,9 bilhões que serão emprestados ao estado pelo banco BNP Paribas, que venceu esse leilão para concessão do empréstimo. O processo da licitação, tendo como garantia a Cedae gerou muita insegurança jurídica aos bancos. O resultado estava no certame, que teve a participação apenas do banco vencedor. Pezão espera que o recurso entre nas contas do Estado daqui a 15 dias.

 

Sobre os salários atrasados, num primeiro momento o governador foi mais cauteloso. “Com essa operação de crédito, quero chegar até o final de 2017 com todos os salários em dia”. Em outro momento, Pezão disse que, se a operação de crédito for efetivada nos próximos 15 dias, ele espera ainda dentro do mês de novembro colocar os salários em dia.

 

Outros temas

 

Perguntado sobre uma proposta que legalizaria jogos de azar e cassinos e destinaria os impostos para a área da Segurança Pública, Pezão disse que a ideia não foi ele quem defendeu isoladamente, mas um grupo de 15 governadores que se reuniu com os presidentes do Senado, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

 

Ainda sobre segurança pública, Pezão foi perguntado sobre uma possível convocação de candidatos do último concurso da PM. “Nós perdemos 4 mil policiais entre 2015 e 2016, mas uma convocação será feita com calma, somente após colocar os salários em dia”,         

 

Sobre as críticas da indicação política do líder do governo na Alerj, deputado estadual Edson Albertassi (PMDB), para o cargo de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado, Pezão se defendeu tecendo elogios ao parlamentar. “Trata-se de uma pessoa que presidiu a Comissão de Justiça por três ou quatro anos e participou da Comissão de Orçamento por cinco anos. Tem muito trânsito e uma ótima assessoria. Sempre nos auxiliou em muitos projetos e acho que vai ajudar muito o Tribunal de Contas”, comentou o governador.

 

 

 

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